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No Opinião, especialista problematiza uso de IAs como terapia: “Não substituem uma análise”

O Opinião da última sexta-feira (3) abordou o tema das inteligências artificiais e seus limites. 

Durante o programa, a professora titular em tecnologias da inteligência e design digital da PUC-SP Lucia Santaella problematiza o uso livre de IAs como psicólogos, prática que tem crescido entre os brasileiros desde o surgimento das tecnologias generativas.

O maior índice de uso da IA generativa é terapêutico, mas a IA te afaga. O problema é que a terapia tem que trabalhar com a nossa angústia. Então a IA não substitui uma análise“, afirma Lucia.

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De acordo com a especialista, o uso desta tecnologia para fins terapêuticos tem aumentado pela grande disponibilidade que ela oferece.

“Terapeuticamente, ela [IA] não tem fadiga, não precisa dormir, qualquer hora do dia e da noite (ela está disponível), qualquer tarefa que você precisa… e na hora que você experimenta, é difícil de se libertar”, diz.

Além de Lucia, a edição recebeu no estúdio a consultora em inovação e pesquisadora em Inteligência Artificial, comportamento e ética, Laura Trachtenberg.

Assista ao programa na íntegra:

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