Corpo encontrado carbonizado em Ecoporanga é de homem que desapareceu no dia anterior, diz polícia
O corpo encontrado parcialmente carbonizado e com sinais de violência no dia 30 de junho, em uma área de difícil acesso na região conhecida como Ponte do Maia, na zona rural de Ecoporanga, no Norte do Espírito Santo, é de Sílvio Soares Gomes, de 37 anos, homem que havia desaparecido após sair para ir à academia na noite anterior, no município. A informação foi confirmada pelo delegado Kleber Freitas de Almeida, titular da Delegacia de Polícia de Ecoporanga. A confirmação foi feita por meio de exames realizados pela Polícia Científica no Instituto Médico Legal (IML) de Vitória. A delegacia do município segue investigando o homicídio.Publicidade
Corpo é encontrado carbonizado ao lado de moto na zona rural de Ecoporanga. Crédito: Leitor Montagem Rede Notícia
A Funerária Luz Divina informou que o cortejo com o corpo de Sílvio vai sair neste sábado (25) às 7h30 do portal da cidade até a Igreja Matriz, no Centro do município, e, depois, será sepultado no cemitério local.
Segundo o relato de familiares à Polícia Militar no dia em que o corpo foi localizado, Sílvio disse para parentes que iria para a academia e que depois passaria para tomar um açaí na noite de segunda-feira (29). No entanto, ele não retornou para casa.
Na manhã do dia seguinte (30), um corpo foi encontrado junto a uma moto. O cadáver estava parcialmente carbonizado. No local do crime, a perícia encontrou pedaços da placa da moto dele e restos das roupas que ele usava na noite do desaparecimento.
Conforme os relatos dos peritos da Polícia Científica que foram ao local na manhã daquela terça-feira (30), o cadáver apresentava sinais claros de violência. O exame de local apontou lesões no rosto, sangramento antes da morte e uma barra de ferro cravada nas costas da vítima, objeto considerado estranho à moto. O corpo e o veículo estavam parcialmente carbonizados em uma área de canavial e eucaliptos na Ponte do Maia, ponto conhecido na cidade por encontros amorosos.
A reportagem apurou que uma testemunha relatou ter visto fogo no local ainda na noite de segunda-feira (29), mas não se aproximou por causa da chuva fina que caía. Ao retornar na manhã seguinte, a testemunha se deparou com a cena do crime.
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