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“Não me permito escolher um lado”, diz mãe de Fióti e Emicida

Em entrevista exclusiva ao site Mundo Negro, concedida à jornalista Silvia Nascimento, Dona Jacira falou sobre os desentendimentos públicos envolvendo seus filhos, Fióti e Emicida.

A mãe dos artistas afirmou que não escolhe um lado e lamenta que seu texto publicado nas redes sociais tenha sido interpretado de forma equivocada.

“Eu como mãe dos dois não posso não me permito escolher um lado. O texto era bem maior e havia uma reflexão sobre irmão mais velho, irmão mais novo. E neste momento, só nós mulheres da família sabemos o quanto nos faz sofrer e passar por tal situação”, declarou Dona Jacira.

“O fato de dizer que a dor de Evandro (Fióti) é nossa, não quer dizer que estou em nenhum momento culpabilizando Leandro (Emicida). Mas esta questão é segredo nosso. Nós resolvemos nossos problemas entre nós e nem tudo é para dividir com a Internet”, destaca.

A matriarca recorda que Emicida não está sendo acusado de nada, mas sim o Fióti. “Evandro foi caluniado e vê-lo sofrer nos faz sofrer também e sofremos porque sabemos de sua honestidade. Foi uma pedrada no coração dele”.

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Entenda o caso

O rapper Emicida acusa o irmão Fióti, também músico, de desviar R$ 6 milhões da conta da empresa que administravam juntos.

A acusação aconteceu em resposta a um processo movido por Fióti, em que ele tenta impedir que Emicida tome decisões individuais sobre a Lab Fantasma, companhia que pertencia aos dois. Além de ser uma marca de roupas, a Lab também administra a carreira do próprio Emicida e de Rael.

Em nota, Fióti disse que “nunca desviou qualquer valor da LAB Fantasma ou de empresas do grupo. Todas as movimentações feitas durante sua gestão foram transparentes, registradas e seguindo os procedimentos financeiros adotados pelos gestores, assim como as retiradas de lucros ao sócio e artista Emicida”.

A defesa de Emicida afirma que as transferências teriam ocorrido entre junho de 2024 e fevereiro de 2025, da conta bancária corporativa para a conta pessoal de Fióti.

Por outro lado, os advogados de seu irmão dizem que a acusação é infundada e que os valores recebidos por ele são justificados pela dinâmica de lucro da empresa. Segundo ele, Emicida teria pedido sua saída do quadro societário. Os dois teriam assinado um acordo, mas os termos não teriam sido respeitados pelo irmão.

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