Polícia

Suspeito de tráfico e assassinatos temido no Norte do ES é encontrado morto em represa de Boa Esperança

O corpo de Adelano Marcelo da Silva, conhecido como “Nego Del”, foi encontrado em uma represa na região do Km 20, zona rural de Boa Esperança, no Noroeste do Espírito Santo, neste sábado (27). A informação foi confirmada à Rede Notícia por fontes policiais. Até o momento, não há informações oficiais sobre as circunstâncias da morte.Publicidade

A Delegacia de Pinheiros informou à Rede Notícia que Adelano possuía diversas anotações criminais, era condenado por homicídio em Boa Esperança, suspeito de estupro em Pernambuco e investigado por envolvimento em assassinatos e tráfico de drogas em Pinheiros.

Em março de 2024, Adelano foi preso no distrito de São João Sobrado, em Pinheiros. À época, conforme divulgado pela Rede Notícia, a Polícia Civil capixaba informou ter cumprido um mandado de prisão preventiva, por tempo indeterminado, expedido pela Justiça da cidade de Bom Conselho, no Estado de Pernambuco.

A reportagem apurou, na ocasião, que a ordem de prisão preventiva foi assinada pelo juiz Patrick de Melo Gariolli e expedida em 11 de janeiro daquele ano. O mandado referia-se aos crimes de estupro e constrangimento mediante violência ou grave ameaça contra uma adolescente de 16 anos. No entanto, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou a soltura de Adelano, em decisão sigilosa, sobre a qual a Corte não divulgou detalhes.

Ele também era apontado pela Polícia Civil como suspeito de ser o mentor intelectual do ataque ao distrito de Santo Antônio, em Boa Esperança (ES), que resultou na morte de duas pessoas em 18 de abril de 2023.
Adelano também é citado em matérias jornalísticas de 2009, quando ele tinha 18 anos, como líder de uma quadrilha que aterrorizava os moradores da cidade de União dos Palmares, em Alagoas. Em outubro de 2009, Adelano e mais quatro suspeitos foram presos suspeitos de diversos homicídios e de tráfico de drogas. Naquela ocasião, de acordo com a imprensa alagoana, Adelano executou um comparsa por causa de uma dívida de R$ 2.
Texto em atualização.

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