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Diego Martins fala sobre sucesso de Kelvin e sua carreira de multiartista no Arena dos Saberes desta quinta (9)

Nesta quinta-feira (9), às 20h, o Arena dos Saberes recebe o multiartista Diego Martins e a empresária Angela Costa. Na edição, Diego relembra a construção de seu personagem Kelvin, da novela ‘Terra e Paixão, fala sobre o início da carreira artística e revela seus próximos objetivos profissionais. Angela, por sua vez, compartilha a trajetória que a levou a se tornar a primeira mulher a presidir a Associação Comercial do Rio de Janeiro, destacando os desafios de uma empreendedora em um meio historicamente dominado por homens.

Ator, cantor, drag queen e dublador, Diego Martins relembra o sucesso do personagem Kelvin, que conquistou o público ao longo de ‘Terra e Paixão’, da Rede Globo, mesmo diante de uma sociedade ainda marcada pelo preconceito. O artista comenta que a criação do personagem foi um processo contínuo e surpreendente, tanto para o elenco quanto para a equipe da novela. “Eu acho que ninguém esperava, na verdade. Nem o Walcyr [Carrasco] – autor da novela – nem os diretores, nem eu, nem o Amaury [Lorenzo]. A gente foi construindo tudo com tanta base no amor (…) Chegou pelo humor, trazendo leveza, e, de repente, as pessoas se apaixonaram pelos dois enquanto casal. Eles acabaram casando no último capítulo”, relembra o ator.

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Diego também fala sobre o início da carreira, especialmente no teatro, quando os recursos financeiros eram escassos, mas o incentivo familiar foi essencial. “Eu tive o maior dos recursos: o apoio da minha família”, diz.

Hoje, Martins busca se consolidar como multiartista, um termo que, segundo ele, representa a essência de seu trabalho. “Existe muito essa pergunta quando as pessoas me veem (…) eu sou um artista. Eu vou fazer um pouquinho de tudo. É assim que eu me sinto completo”, afirma.

Já no bate-papo com Angela Costa, a empresária compartilha como a perda de seus pais influenciou em sua trajetória profissional. Ela conta que perdeu a mãe aos 11 anos e o pai mais tarde, assumindo aos 21 a responsabilidade de administrar a empresa de transporte do pai, em uma sociedade marcada pelo machismo e pelo patriarcado. “Herdei duas lotações. Reuni toda a classe, quem fazia transporte escolar, e disse: ‘Nós precisamos nos unir’. Assim, fundamos a Associação de Transporte Escolar e, depois, o Sindicato de Transporte Escolar”, relembra.

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