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neurocientista alerta para influência das telas na falta de sono e cansaço mental

O Opinião desta sexta-feira (26) abordou o tema da “epidemia de cansaço” na sociedade contemporânea.

Durante o programa, Elisa Kozasa, neurocientista do Einstein Hospital Israelita, comentou os perigos do híperestímulo das telas ao sono e à saúde mental das pessoas.

De acordo com a especialista, é importante atingir o “sono progundo” ao dormir, sem constantes despertares. O descanso pleno, no entanto, é difícil de ser atingido logo após o uso de calulares, tablets e diversos outros aparelhos eletrônicos.

Existe uma falta de qualidade mental que geralmente é um reflexo do excesso de estimulação. Essas telas nos viciam porque são estimulantes. As coisas que são estimulantes, sejam drogas, comprimidos, coisas que inalamos ou que visualizamos, vão acabar nos esgotando se nós ficarmos expostos muito tempo“, expõe.

Assista ao Opinião de 26/09 na íntegra:

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Segundo Elisa, é importante colocar em dia a prática da “higiene do sono”, priorizando na rotina o momento de dormir.

Uma das coisas que eu sempre recomendo às pessoas é começar a agenda não colocando trabalho ou reunião. Você tem que começar sua agenda bloqueando seu horário de sono. Isso já vai fazer uma diferença tremenda na nossa qualidade de bem estar“, diz.

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