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Marisa Orth relembra trajetória no teatro, na música e na TV no Persona desta sexta (26)

A atriz, cantora e comediante Marisa Orth é a convidada do Persona desta sexta-feira (26), na TV Cultura.

No programa, apresentado por Chris Maksud e Atílio Bari, ela revisita sua trajetória no teatro, na música e na televisão.

Filha de um engenheiro e de uma pedagoga, Marisa conta que sempre quis ser atriz, mas tinha vergonha de assumir esse desejo ainda na escola, que valorizava a entrada na universidade. Para não desapontar os pais, cursou Psicologia, mas seguiu com o teatro no grupo Ventoforte e na Escola de Arte Dramática.

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Foi no Ventoforte, sob a direção de Ilo Krugli, que descobriu a comédia. “Eu tava meio querendo fazer um exercício de protesto, uma coisa com raiva, porque eu tinha brigado com ele (…) mas não deu certo, porque virou uma gargalhada na plateia (…) E quanto mais brava eu ficava, mais engraçado ficava. Aí, no final, ele veio falar: ‘Você tem jeito para comédia, viu?’”.

Sua relação com a música também nasceu no teatro. Nos anos 1980, após uma festa da EAD, ela foi convidada a integrar a banda Luni, que misturava pop, rock, experimentalismo e performances teatralizadas. O convite surgiu enquanto dançava na festa, quando lhe disseram que tinha ritmo e poderia fazer parte do grupo, mesmo sem tocar instrumento ou cantar. Assim, aceitou o desafio e passou a unir a paixão pela dramaturgia com a música.

Na televisão, a estreia foi na TV Cultura, no programa ‘Revistinha’. Depois vieram papéis marcantes, como Laura, em ‘Fica Comigo Esta Noite, e Magda, no humorístico ‘Sai de Baixo.

O convite para viver Laura surgiu após sua atuação como secretária em uma peça repleta de mulheres. “A gente montou em um escritório em Perdizes, num canto: puxava as poltronas, fazia num cantinho do escritório. E foi um estrondo”, lembra.

Já a personagem Magda nasceu de sua participação em ‘Confissões de Adolescente, na TV Cultura, onde contracenava com Luiz Gustavo. “Quase não deu certo. Colocaram no horário depois do Fantástico, que era justamente o horário do Silvio Santos”. Segundo ela, o programa chamou a atenção da TV Globo porque ‘era barato, feito em teatro, numa terça-feira’, e acabou se tornando um sucesso inesperado.

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