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Antimatéria comenta reboots que fracassaram

No episódio desta quinta-feira (18), o Antimatéria, programa da TV Cultura exibido de segunda a sexta às 18h30, enfrenta um tema polêmico: os reboots e adaptações de clássicos que ninguém pediu.

A atração, comandada por Anderson Abraços, Clayton Ferreira e Jeff Kayo, discute animes, games, quadrinhos, séries e cinema, trazendo novidades do mundo pop com análises detalhadas e debates acalorados.

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No primeiro bloco, o trio analisa produções que prometiam ser ícones da animação, mas acabaram se tornando verdadeiros fracassos. Os apresentadores discutem o que deu errado e quais erros afastaram fãs e críticos:

  • Mestres do Universo: Salvando Eternia (2021)
  • Reprodução | IMDb
  • Clayton começa citando a série da Netflix, que se tornou controversa, especialmente pela morte do personagem principal na primeira temporada. A adaptação prometia reviver o universo de Eternia, mas dividiu opiniões entre fãs e críticos.
  • Homem-Aranha: Ação Sem Limites (1999)
  • Reprodução | IMDb
  • Apontada como uma das piores versões do personagem, apresenta uma trama confusa, levando o Homem-Aranha a uma realidade com animais high-tech. A série não conseguiu conquistar nem fãs antigos nem novos espectadores.
  • Velma (2023)
  • Reprodução | IMDb
  • A produção gerou debates intensos. Alguns consideraram a série desnecessária, enquanto outros acharam interessante a abordagem da personagem. Entre as críticas, roteiros bagunçados e falta de direcionamento; entre os pontos positivos, algumas ideias originais que despertaram curiosidade.
  • O Novo Pica-Pau (1999)
  • Reprodução | IMDb
  • A versão foi criticada por adotar um tom “politicamente correto”, perdendo a essência anárquica e irreverente do personagem original, desapontando os fãs mais antigos.
  • Thundercats Roar (2020)
  • Reprodução | IMDb
  • Apontada como reboot que não agradou os fãs, devido à mudança no estilo de animação e ao tom infantilizado, muito distante da série clássica dos anos 1980.

No segundo bloco, Clayton propõe uma nova dinâmica, citando desenhos que receberam versões modernas para apresentar os clássicos às novas gerações:

  • Cavaleiros do Zodíaco (2019)
  • Reprodução | IMDb
  • O remake em 3D recebeu críticas por mudanças na história e no visual, incluindo a transformação de Shun em uma mulher. Apesar de tentar atrair um público mais jovem, não agradou aos fãs da versão original.
  • Ben 10 (2016)
  • Reprodução | IMDb
  • Considerada inferior à série clássica, a nova versão infantilizou personagens e enredos, perdendo a complexidade e o apelo que marcaram a primeira produção.
  • Lunáticos à Solta (2005)
  • Reprodução | IMDb
  • Anderson comentou que a série transformou personagens de Looney Tunes em super-heróis, mas o resultado não funcionou. O roteiro fraco gerou muitas críticas, e os apresentadores brincaram sobre como a ideia foi aprovada.
  • G.I. Joe: Sigma 6 (2005)
  • Reprodução | IMDb
  • Embora alguns episódios, como os de Snake Eyes e Storm Shadow, tenham sido elogiados, a nova série não conseguiu melhorar a versão clássica, considerada monótona e pouco atraente.
  • O Despertar das Tartarugas Ninja (2018)
  • Reprodução | IMDb
  • Recebida de forma mista, a animação trouxe poderes exagerados aos personagens, desviando da história original e deixando parte dos fãs insatisfeita, embora tenha conquistado um público jovem.

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Assista ao programa completo:

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